Glossário · Cloud crítico · Computação elástica
Cloud bursting: absorver picos de cálculo sem sobredimensionar
O cloud bursting consiste em manter a carga base de cálculo em infraestrutura própria e transbordar para a nuvem pública apenas os picos: o fecho de risco de fim de mês, uma corrida de Monte Carlo, um cálculo atuarial pontual. Evita sobredimensionar a grelha on-premise para uma procura que ocorre poucas vezes, sem abdicar da capacidade quando é necessária.
Quando se enquadra
- Carga base estável — a computação recorrente e previsível permanece na grelha própria, já amortizada.
- Picos pontuais — fechos de risco, cenários regulatórios ou batch atuarial que disparam a procura durante algumas horas ou alguns dias.
- Cargas paralelizáveis — Monte Carlo, valorização de carteiras, cálculo de capital: tarefas que se distribuem por muitos nós e escalam bem.
- Dado não crítico em trânsito — ou devidamente protegido e anonimizado antes de sair do perímetro.
Por que importa na banca e nos seguros
Em cargas HPC (Monte Carlo, FRTB, XVA, cálculo atuarial), dimensionar a grelha on-premise para o pico significa pagar todo o ano por uma capacidade que se usa poucos dias. O cloud bursting transfere esse pico para a nuvem e governa-se como uma decisão de FinOps: custo por unidade de cálculo e por cenário, não por defeito. O reverso regulatório é o DORA: qualquer transbordo para um fornecedor cloud entra no perímetro de resiliência operacional e exige reversibilidade e estratégia de saída documentada.
Como ajuda a Vermont Solutions
Grelha HPC híbrida com transbordo governado
A Vermont desenha arquiteturas de grelha que combinam capacidade on-premise com transbordo elástico para a nuvem, dimensionado pelo custo real por cenário e com a reversibilidade que o regulador financeiro exige.
Ver HPC e Grid Computing →Última atualização: 2026-06-21. Conteúdo editorial da Vermont Solutions, citável sob atribuição.