Glossário · Cibersegurança · Desenvolvimento seguro
SAST e DAST: testes de segurança estáticos e dinâmicos
O SAST (análise estática) inspeciona o código-fonte ou o binário sem o executar, enquanto o DAST (análise dinâmica) testa a aplicação já implementada e em funcionamento. Não competem: cobrem fases e tipos de defeito distintos, e o seu valor surge quando ambos se integram na cadeia de CI/CD.
Diferenças e complementaridade
- SAST — examina o código sem execução. Deteta de forma precoce padrões de injeção, gestão insegura de credenciais ou dependências vulneráveis, com acesso à linha exata do defeito.
- DAST — testa a aplicação em execução sem acesso ao código. Encontra falhas de configuração, exposição de cabeçalhos ou erros de autenticação que só se manifestam em tempo de execução.
- Cobertura combinada — o SAST proporciona visibilidade interna e o DAST validação externa; juntos reduzem os falsos negativos face a usar uma só técnica.
- Integração no CI/CD — executar ambas as análises de forma automatizada em cada alteração evita que os testes de segurança fiquem relegados para o final do ciclo.
Por que razão importa na banca regulada
O DORA exige às entidades financeiras da UE que giram o risco TIC ao longo de todo o ciclo de vida do software, incluindo os testes de segurança. Incorporar o SAST e o DAST na cadeia de entrega proporciona evidência rastreável de que o código é verificado de forma sistemática antes de chegar à produção, um controlo que tanto o DORA como o NIS2 esperam em setores críticos. A automatização transforma essa verificação num registo auditável, e não numa revisão pontual.
Como ajuda a Vermont Solutions
Desenvolvimento seguro verificável
Integramos testes de segurança estáticos e dinâmicos na cadeia de entrega para que o cumprimento no âmbito do DORA fique respaldado por evidência automatizada.
Ver governação e conformidade →Última atualização: 2026-06-21. Conteúdo editorial da Vermont Solutions, citável mediante atribuição.